Estamos digitando a coisa...37 páginas e aumentando. XD
Bem...espero que esse trabalho todo dê certo, hehe
Sore wa dake! [ kaiteiru, kaiteiru ♪]
O aprendizado é um universo em inconstante expansão, e o livro de memórias está aberto. A fronteira entre realidade e magia foi derrubada, ficou nas memórias de um aprendiz.
Aprender a escrever...
Aprender a escrever só se faz escrevendo. E só aprendemos bem aquilo que para nós tenha poesia.
domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
Raitun no Saigo no Jutsu(LEMBRAR!)
Yatta! Jutsu no Namae wa "Omnikiri, Kitsune Arashi"!
[ sim, é interna...ou pra quem lê em japa né...revelar a todo mundo fica punk XD ]
[ sim, é interna...ou pra quem lê em japa né...revelar a todo mundo fica punk XD ]
O episódio da taberna
Nota: Eu ri muito escrevendo isso. \o/ Espero que seja uma boa piada para vocês.
Ah, e o "eles" do comecinho eram certas pessoas de uma reunião.
"Enquanto eles chegam a um consenso, nós pulamos para outras memórias. Um fato estranho e incomum, ou melhor dizendo, mais um fato estranho e incomum. Todos os Lupos e Rikies, reunidos em uma taberna de Midgard próxima da esquina dos ventos.
- E então, quem vai pagar?- Pergunta o anão dono da taberna, enquanto limpa um copo de cerveja.
- Cada um paga o seu! – E os risos e conversas mostram que a confraternização se inicia a todo vapor.
- Concordo! Concordam também em conversar sobre algo mais trivial e óbvio?
- A Lampianrerin Hatsumomo que no momento ocupa o cargo de substituta do Lorde Imperial?
- Ótima pauta, por onde começamos?
- Começamos promovendo o Otellus a Lorde, e acabando com isso. Ele com certeza é o mais qualificado para o cargo. – A essa altura, o dono da taberna resolve se intrometer na conversa
- Ele não está muito velho para tal cargo?
- Dizem que pra ser o Lupuosrikus é preciso ser sábio como uma raposa de nove caudas...
- Lendas, lendas...
- Não acho que ele está muito velho pra isso...
- Também não. Ele tem apenas... Quantos anos ele tem mesmo?
- Só uns 150. – O riso geral toma conta do lugar, e após algum tempo alguém se lembra de retornar para o foco.
- É fato que a Hatsumomo não tem aptidão para o cargo, porém ela ficou obcecada com um cargo que não é dela. Isso é um problema. – Após a observação todos começam a fazer críticas ou discutir sobre o assunto, quase em unanimidade em relação a colocar outra pessoa no cargo. A discussão rola solta, até aparecer uma aura sombria inundando o lugar. Apreensivos, os professores olham a porte, reconhecendo a sombria presença espiritual da pessoa que adentrava. Tinha por volta 1,60, e usava uma capa com capuz, além de uma máscara negra em forma de cabeça de lobo. Carregava consigo uma foice de cabo branco e longa, com uma lâmina curvada e negra. Tal figura se aproxima do balcão e faz seu pedido com uma voz rouca e imponente, ainda assim feminina.
- Leite.
O riso geral toma conta da taberna novamente, mais alto e incontrolável do que antes. Pelo menos até um dos professores perceber que uma certa foice está quase arrancando seu pescoço.
- Deveria lhe matar por caçoar dos seus superiores, por ter uma risada feia ou por ser tão medroso?
- Você é realmente superior? – Replica outro
- Como ousa...- Antes que ela realmente corte o pescoço de alguém, Otellus se materializa dentro da taberna.
- Quieta pirralha, e que alvoroço idiota de vocês todos. Não sou eu quem vai assumir um posto alto como esse. – Comenta o ancião. “Se você não fosse meu professor, eu lhe mataria” é o que ela deve ter pensado, em meio a um sorrisinho sarcástico por baixo da máscara. Esse tempo todo de alvoroço foi o suficiente pra o dono da taberna se recuperar da crise de riso, e ele interrompe novamente as coisas.
- Desculpe senhorita, mas não temos leite aqui.
- Acho que eu não ouvi direito. – Responde a mulher, já do outro lado do balcão, passando a foice por perto do pescoço do anão.
- Realmente, não deve ter ouvido. Eu disse que não temos leite, ele acabou há pouco. Eu já estava até pensando em mandar meu criado repor o estoque. Monstrinho! (referia-se a um goblin) Vá repor o estoque de leite! – A essa hora a mulher já havia saído do estabelecimento, e invado um enorme lobo negro apelidado carinhosamente de Fenrir. Em meio a outro ataque de risos vindo da taberna ela sai em disparada, correndo pelos campos. Talvez nunca saibamos se o motivo da graça era a velha piada do paladino, a do pintinho chamado relam ou a senhorita que veio pra uma taberna tomar leite. O que sabemos é que um pouco após isso, veio a nosso conhecimento mais um fato interessante."
Ah, e o "eles" do comecinho eram certas pessoas de uma reunião.
"Enquanto eles chegam a um consenso, nós pulamos para outras memórias. Um fato estranho e incomum, ou melhor dizendo, mais um fato estranho e incomum. Todos os Lupos e Rikies, reunidos em uma taberna de Midgard próxima da esquina dos ventos.
- E então, quem vai pagar?- Pergunta o anão dono da taberna, enquanto limpa um copo de cerveja.
- Cada um paga o seu! – E os risos e conversas mostram que a confraternização se inicia a todo vapor.
- Concordo! Concordam também em conversar sobre algo mais trivial e óbvio?
- A Lampianrerin Hatsumomo que no momento ocupa o cargo de substituta do Lorde Imperial?
- Ótima pauta, por onde começamos?
- Começamos promovendo o Otellus a Lorde, e acabando com isso. Ele com certeza é o mais qualificado para o cargo. – A essa altura, o dono da taberna resolve se intrometer na conversa
- Ele não está muito velho para tal cargo?
- Dizem que pra ser o Lupuosrikus é preciso ser sábio como uma raposa de nove caudas...
- Lendas, lendas...
- Não acho que ele está muito velho pra isso...
- Também não. Ele tem apenas... Quantos anos ele tem mesmo?
- Só uns 150. – O riso geral toma conta do lugar, e após algum tempo alguém se lembra de retornar para o foco.
- É fato que a Hatsumomo não tem aptidão para o cargo, porém ela ficou obcecada com um cargo que não é dela. Isso é um problema. – Após a observação todos começam a fazer críticas ou discutir sobre o assunto, quase em unanimidade em relação a colocar outra pessoa no cargo. A discussão rola solta, até aparecer uma aura sombria inundando o lugar. Apreensivos, os professores olham a porte, reconhecendo a sombria presença espiritual da pessoa que adentrava. Tinha por volta 1,60, e usava uma capa com capuz, além de uma máscara negra em forma de cabeça de lobo. Carregava consigo uma foice de cabo branco e longa, com uma lâmina curvada e negra. Tal figura se aproxima do balcão e faz seu pedido com uma voz rouca e imponente, ainda assim feminina.
- Leite.
O riso geral toma conta da taberna novamente, mais alto e incontrolável do que antes. Pelo menos até um dos professores perceber que uma certa foice está quase arrancando seu pescoço.
- Deveria lhe matar por caçoar dos seus superiores, por ter uma risada feia ou por ser tão medroso?
- Você é realmente superior? – Replica outro
- Como ousa...- Antes que ela realmente corte o pescoço de alguém, Otellus se materializa dentro da taberna.
- Quieta pirralha, e que alvoroço idiota de vocês todos. Não sou eu quem vai assumir um posto alto como esse. – Comenta o ancião. “Se você não fosse meu professor, eu lhe mataria” é o que ela deve ter pensado, em meio a um sorrisinho sarcástico por baixo da máscara. Esse tempo todo de alvoroço foi o suficiente pra o dono da taberna se recuperar da crise de riso, e ele interrompe novamente as coisas.
- Desculpe senhorita, mas não temos leite aqui.
- Acho que eu não ouvi direito. – Responde a mulher, já do outro lado do balcão, passando a foice por perto do pescoço do anão.
- Realmente, não deve ter ouvido. Eu disse que não temos leite, ele acabou há pouco. Eu já estava até pensando em mandar meu criado repor o estoque. Monstrinho! (referia-se a um goblin) Vá repor o estoque de leite! – A essa hora a mulher já havia saído do estabelecimento, e invado um enorme lobo negro apelidado carinhosamente de Fenrir. Em meio a outro ataque de risos vindo da taberna ela sai em disparada, correndo pelos campos. Talvez nunca saibamos se o motivo da graça era a velha piada do paladino, a do pintinho chamado relam ou a senhorita que veio pra uma taberna tomar leite. O que sabemos é que um pouco após isso, veio a nosso conhecimento mais um fato interessante."
O "Grande" Imperador, Crossmusse del Alfarroz II
Bem, o espirito dele é enorme. Como o título diz, ele é o imperador de Montris. Não aparece muito na trama, mas fica muito subtendido que ele participa das batalhas...e como dizem as memórias de um aprendiz "O imperador tinha cerca de 1,5 m, era forte. Sua barriga mostrava que gostava de uma boa bebida, como todo anão que se preze. Era careca, e tinha uma barba relativamente longa, que se apresentava trançada quase sempre. Usava um manto azul por cima das roupas de monarca. O detalhe mais peculiar era que tinha orelhas muito grandes pra um anão (Dizem que era por que o imperador deveria escutar muito bem o que lhe dizem). E nelas ficavam os brincos que provavam seu status. Esses brincos eram alargadores dourados, por onde passavam argolas. Nas argolas ficavam penduradas longas penas de Fênix."
Ele também carregava um machado chamado frozen flame por ai pra lutar, mas não vou dizer muito sobre isso por que perde a graça né? XD
O imperador também não volta pra segunda temporada...anões não vivem tanto. Ainda é mistério quem vai substituir seu cargo, talvez alguém esteja fazendo um papel de regente até acharem alguém a altura.
Ele também carregava um machado chamado frozen flame por ai pra lutar, mas não vou dizer muito sobre isso por que perde a graça né? XD
O imperador também não volta pra segunda temporada...anões não vivem tanto. Ainda é mistério quem vai substituir seu cargo, talvez alguém esteja fazendo um papel de regente até acharem alguém a altura.
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Filósofos antigos diziam que o homem vivie em buca de sua felicidade, onde achou a sua felicidade ?
Buscar a felicidade é para os fracos, quando o cara é foda a felicidade vem sozinha até você.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O cavalo e a borboleta
( Essa história não faz parte do projeto memórias de um aprendiz, pode ser encontrada pelo título na internet. Resolvi postar ela aqui por que é uma história legal, e por fazer partes das memórias de um aprendiz de escritor, um alguém chamado eu!)
Esta é a história de duas criaturas que viviam numa floresta distante, há muitos anos atrás.
Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo.
A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada.
A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso. Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.
E vieram outras manhãs e mais outras e outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta. Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela.
Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado se deitou embaixo de uma árvore. Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
- Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
- Ah, é você então o famoso cavalinho?
- Famoso, eu?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?
- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo.
- Morreu? Como foi isso?
- Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém. Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
- Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo.
Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
- Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte: "Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver.
Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais
pra ele vir até aqui."
Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo.
A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada.
A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso. Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.
E vieram outras manhãs e mais outras e outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta. Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela.
Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado se deitou embaixo de uma árvore. Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
- Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
- Ah, é você então o famoso cavalinho?
- Famoso, eu?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?
- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo.
- Morreu? Como foi isso?
- Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém. Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
- Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo.
Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
- Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte: "Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver.
Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais
pra ele vir até aqui."
Posso escrever? XD
Brincadeira...mas, as vezes o povo não me deixa escrever, inconscientemente. É bom pra desopilar, tomar ares, talz...mas eu queria ter mais um tempinho de tempo pra focar nisso. \o/
Seja msn, seja alguma coisa, agora tão até me chamando pra sair =O
Mas...que seja, são por bons motivos. o/
Um salve pra o povo da xurupita que me atrasa na história sem saber.
Seja msn, seja alguma coisa, agora tão até me chamando pra sair =O
Mas...que seja, são por bons motivos. o/
Um salve pra o povo da xurupita que me atrasa na história sem saber.
terça-feira, 20 de abril de 2010
"Amei aquela brincadeira" No mundo do contra ¬¬'
Sabe aquela brincadeira fora de hora? Que num encaixa bem nem no mundo do contra? Pois é..."amei aquela brincadeira"...ou não. Não foi culpa das pessoas escolher uma hora ruim, mas...essa última foi de um nível tão baixo que acho que em hora nenhuma ela encaixa...mas, vamos contar pela ordem...eu costumo escrever em meu caderno [ pra quem não sabe...eu escrevo num caderno, to passando pro pc.] em tudo que é lugar...eu tava escrevendo na escola...ai passa uma amiga que há quase uma semana não falava comigo, e diz: Bom dia dija! detalhe,com a mãozinha dela ela pega e "puff", me borra...quando eu tava escrevendo...outro detalhe...ela esperou eu começar a escrever...ótimo...o bom pra ela é que eu consigo me controlar melhor ultimamente, mas realmente tive vontade de bater nela...acho que teria o feito caso tivesse sido algo mais bruto como sei lá..derramar algo no caderno "sem querer". Mas, essa nem dá nada...foi só uma coisa na hora errada mesmo...só que essa última...espantem-se com a mentalidade de certas meninas de 15 anos...eu to começando a passar a história pro pc...ai começo a digitar, e batem no portão: eram umas 3/4 meninas do coral[ participo de um coral também...é.]...acho que, umas duas de 15 anos...e outras mais novas...ai fui pra perto do portão e elas "podem me emprestar..." ai saem TODAS correndo...aquela coisa que pirralho fazia de tocar campainha e correr...muito bom, que idéia brilhante pra uma menina de 15 anos! Bravo! x) Depois ainda reclamam que eu sou estressado...eu só olhei, fechei de novo os cadeados e voltei. Cada uma que me acontece...outro detalhe muito legal é que as mesmas meninas de idéias brilhantes tiveram uma a um tempo atrás: pediram meu violão emprestado, queriam aprender a tocar. Nem neguei...emprestei lá o violão...é uma boa.Resultado: Quebraram uma corda do violão, sabe-se lá como, e queriam que EU fosse comprar cordas novas...só iam me dar o dinheiro. Essas piadas ainda matam alguém...literalmente. Espero que eu me controle na terceira brincadeira idiota que atrapalhe o desenvolvimento da história, ai eu conto aqui de novo...pq, pareceu realmente uma piada.
domingo, 18 de abril de 2010
Norimitsu
A odachi mais longa do japão , com 2,26 m de lâmina , e 3,77 de tamanho total...pesa 14,5 kg. Vou guardar isso. '-'
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Elissa Darkbeth
Essa daqui, quem conhece vai entender de cara a quem se refere.Mas, para quem não conhece, lá vamos nós mandar mais spoiler...e encher linguiça e dar mais detalhes desnecessários importantes para a compreensão de futuros trechos que talvez nem sejam colocados aqui lol poderão ser postos no blog/história.
Bem, como o própio nome diz, ela é Dark, é do mal. E ela já chega botando moral em nada mais que um exército.
"De lado de fora da barreira mística, uma mulher de preto à frente do exército inimigo toma a palavra.
-Temo apenas uma ordem a cumprir: procurar e destruir! Vamos apagar a última chama de esperança deles, e fazer com que as trevas profundas e o caos reinem! Pelo Lich King, Lord Ragnaros!
-Ou!Ou!Ou!- Retruca o exército dos Dark One, e eles começam a bater nos escudos, enquanto Raitun observa o exército inimigo e sua comandante. Aproximadamente 1,60m de altura, esbelta, usando um vestido negro com detalhes em estilo medieval, e carregando um escudoredondo em uma mão, e um machado que lembrava uma foice na outra. Não parecia ter muitas primaveras. A anaálise é interrompida por ela própia, que grita:
- Arqueiros, apontar!- Após as linhas de frente, o aprendiz vê apenas uma enorme quantidade de arcos levantados, enquanto os da frente se abaixam.
- Atirem!
-Espero eu que você seja realmente bom no que faz, velhote.- É o que murmura o Lupuosrikus quando vê a chuva de flechas vindo em sua direção.
-Observe...-Diz Lilith com um sorriso no rosto As flechas aos olhos da mulher somem, mas apenas param flutuando no escudo da cidade.
-Coisa fofa, quem é ela?- Pergunta Raitun
-A Condessa Elissa Darkbeth, comandante do exército inimigo. Espero que aquele escudo seja apenas enfeite.- comenta Lilith, e após isso grita: - Arqueiros, contra-ataque!"
Então, é isso...XD Ela é alguém do mal, porem uma coisa do mal fofa...aquela roupa de gothic lolita [ pesquisem no google imagens], um machado e um escudo. E, não subestimem nunca a aparência.
Ela tambem está escalada pra "segunda temporada", afinal, não temos tantos antagonistas. E, ela também é uma das especiais [ não que cada um não tenha o seu charme].
Bem, como o própio nome diz, ela é Dark, é do mal. E ela já chega botando moral em nada mais que um exército.
"De lado de fora da barreira mística, uma mulher de preto à frente do exército inimigo toma a palavra.
-Temo apenas uma ordem a cumprir: procurar e destruir! Vamos apagar a última chama de esperança deles, e fazer com que as trevas profundas e o caos reinem! Pelo Lich King, Lord Ragnaros!
-Ou!Ou!Ou!- Retruca o exército dos Dark One, e eles começam a bater nos escudos, enquanto Raitun observa o exército inimigo e sua comandante. Aproximadamente 1,60m de altura, esbelta, usando um vestido negro com detalhes em estilo medieval, e carregando um escudoredondo em uma mão, e um machado que lembrava uma foice na outra. Não parecia ter muitas primaveras. A anaálise é interrompida por ela própia, que grita:
- Arqueiros, apontar!- Após as linhas de frente, o aprendiz vê apenas uma enorme quantidade de arcos levantados, enquanto os da frente se abaixam.
- Atirem!
-Espero eu que você seja realmente bom no que faz, velhote.- É o que murmura o Lupuosrikus quando vê a chuva de flechas vindo em sua direção.
-Observe...-Diz Lilith com um sorriso no rosto As flechas aos olhos da mulher somem, mas apenas param flutuando no escudo da cidade.
-Coisa fofa, quem é ela?- Pergunta Raitun
-A Condessa Elissa Darkbeth, comandante do exército inimigo. Espero que aquele escudo seja apenas enfeite.- comenta Lilith, e após isso grita: - Arqueiros, contra-ataque!"
Então, é isso...XD Ela é alguém do mal, porem uma coisa do mal fofa...aquela roupa de gothic lolita [ pesquisem no google imagens], um machado e um escudo. E, não subestimem nunca a aparência.
Ela tambem está escalada pra "segunda temporada", afinal, não temos tantos antagonistas. E, ela também é uma das especiais [ não que cada um não tenha o seu charme].
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