Bem, essa vou descrever "no seco" mesmo, por que não fiz descrição certa dela...existe uma descriçãozinha em vários pedaços. Espero que fique bom, se eu tiver errado lá que as "redatoras" consertem.
Hatsumomo é uma senhorita que tem por volta de 1,60, anda toda de preto, de preferencia com um capuz, usa uma máscara de lobo, invoca um lobo gigante apelidado carinhosamente de Fenrir(andar a cavalo é muito comum) e tem uma foice chamada ceifadora. ^^ Ela é a Lanpianrerin atual do reino, ou seja...a "parceira" do Lupuosrikus, o detalhe é que o cargo de lorde imperial está vago, e o trabalho dela como Lanpianrerin é substituir esse cargo. Ela acaba se obcecando muito nisso, e sabe-se lá por que [ eu sei é claro] , alimenta um ódio pelo aprendiz, desde que ele chegou. Sabe aquela pessoa que aparece sorrindo, e por dentro está lhe matando em pensamentos? É a relação entre eles. Apesar disso, Raitun não a vê como pessoa má, e diz que a chuva lembra alguém parecida com ela, porém, não ela. Como posso dizer isso...ela é uma pessoa um pouco misteriosa e escorregadia quando quer , e assim como a chuva, que em seu ciclo some e reaparece, ela vem e vai muitas vezes, e apesar de "cabeça quente" na primeira parte, na volta ela acaba tomando jeito, e escolhendo as coisas certas, contribuindo e sendo uma das principais. Acho que, é isso que dá pra informar. Esta é a misteriosa Lanpianrerin, Mizumi Hatsumomo, cheia de idas, vindas e mistérios em torno de sua ceifadora.
O aprendizado é um universo em inconstante expansão, e o livro de memórias está aberto. A fronteira entre realidade e magia foi derrubada, ficou nas memórias de um aprendiz.
Aprender a escrever...
Aprender a escrever só se faz escrevendo. E só aprendemos bem aquilo que para nós tenha poesia.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Adoro essa comédia x)
"- Destruí-lo vai ser mais problemático do que pensei. – diz Hatsumomo com sua foice no ombro e seu capuz sobre a cabeça, observando sua conselheira.
- A defesa dele é boa, não é?Ele tem belas espadas, é educado, bonito, alto e forte... Mas dane-se isso, vamos beber! –diz a sua conselheira com um copo de alguma bebida em mãos."
E ai, vamos beber? o/
- A defesa dele é boa, não é?Ele tem belas espadas, é educado, bonito, alto e forte... Mas dane-se isso, vamos beber! –diz a sua conselheira com um copo de alguma bebida em mãos."
E ai, vamos beber? o/
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Lema: Vou escrever sobre lições de vida que aprendi, esperando aprender mais.
É por isso que eu digo que preciso das minhas "redatoras"...e por isso que acho tosco a idéia que o povo tem de "calculo = inteligência".É sim, não posso negar...mas não é apenas os cálculos que deveriam ser sinônimo de inteligência, muitos deles não deveriam ser tão arrogantes por "serem bons nas exatas", por isso ou aquilo, como os outros bons nas humanas também não deveriam ficar nessa coisa toda, mas posso fazer o que se é assim?Nada. Sinceramente...dá um trabalhão heim fazer um livro. Não é nada fácil...o povo diz "termina logo isso", mas sabe que passa quase uma hora fazendo uma redação razoável. Imagina pesquisar/escrever/revisar/reler/escutar opiniões/conversar com amigos sobre. E conversando com uma das "redatoras" [ graças a Deus uma conversa bastante produtiva e breve], realmente percebi que a coisa não tem um "lema/lição central". Ele parece ter um monte de vários fragmentos. Que tal a lição central ser isso? "Você aprende um monte de lições na sua vida, e precisa usar cada uma delas pra continuar sobrevivendo e aprendendo mais coisas.". Tem muita gente que não gosta quando fazem isso, mas acho tão interessante receber "pitaco" na coisa...afinal, tou fazendo pra elas e por elas pra começo de história, então, precisa ser algo bom por mim e por elas, para que faça jus a cada uma delas que deu sua ajudinha sem nem perceber. Espero que eu ache uma boa "lição de moral" para ensinar no meio das coisas...e espero que elas me ajudem logo e continuem dando os "pitacos". Sore wa dake.[Nota pra mim: complementos nos comentários quando surgem, leia.]
domingo, 25 de abril de 2010
\o/ Comecei a brincar de digitar.
Estamos digitando a coisa...37 páginas e aumentando. XD
Bem...espero que esse trabalho todo dê certo, hehe
Sore wa dake! [ kaiteiru, kaiteiru ♪]
Bem...espero que esse trabalho todo dê certo, hehe
Sore wa dake! [ kaiteiru, kaiteiru ♪]
sábado, 24 de abril de 2010
Raitun no Saigo no Jutsu(LEMBRAR!)
Yatta! Jutsu no Namae wa "Omnikiri, Kitsune Arashi"!
[ sim, é interna...ou pra quem lê em japa né...revelar a todo mundo fica punk XD ]
[ sim, é interna...ou pra quem lê em japa né...revelar a todo mundo fica punk XD ]
O episódio da taberna
Nota: Eu ri muito escrevendo isso. \o/ Espero que seja uma boa piada para vocês.
Ah, e o "eles" do comecinho eram certas pessoas de uma reunião.
"Enquanto eles chegam a um consenso, nós pulamos para outras memórias. Um fato estranho e incomum, ou melhor dizendo, mais um fato estranho e incomum. Todos os Lupos e Rikies, reunidos em uma taberna de Midgard próxima da esquina dos ventos.
- E então, quem vai pagar?- Pergunta o anão dono da taberna, enquanto limpa um copo de cerveja.
- Cada um paga o seu! – E os risos e conversas mostram que a confraternização se inicia a todo vapor.
- Concordo! Concordam também em conversar sobre algo mais trivial e óbvio?
- A Lampianrerin Hatsumomo que no momento ocupa o cargo de substituta do Lorde Imperial?
- Ótima pauta, por onde começamos?
- Começamos promovendo o Otellus a Lorde, e acabando com isso. Ele com certeza é o mais qualificado para o cargo. – A essa altura, o dono da taberna resolve se intrometer na conversa
- Ele não está muito velho para tal cargo?
- Dizem que pra ser o Lupuosrikus é preciso ser sábio como uma raposa de nove caudas...
- Lendas, lendas...
- Não acho que ele está muito velho pra isso...
- Também não. Ele tem apenas... Quantos anos ele tem mesmo?
- Só uns 150. – O riso geral toma conta do lugar, e após algum tempo alguém se lembra de retornar para o foco.
- É fato que a Hatsumomo não tem aptidão para o cargo, porém ela ficou obcecada com um cargo que não é dela. Isso é um problema. – Após a observação todos começam a fazer críticas ou discutir sobre o assunto, quase em unanimidade em relação a colocar outra pessoa no cargo. A discussão rola solta, até aparecer uma aura sombria inundando o lugar. Apreensivos, os professores olham a porte, reconhecendo a sombria presença espiritual da pessoa que adentrava. Tinha por volta 1,60, e usava uma capa com capuz, além de uma máscara negra em forma de cabeça de lobo. Carregava consigo uma foice de cabo branco e longa, com uma lâmina curvada e negra. Tal figura se aproxima do balcão e faz seu pedido com uma voz rouca e imponente, ainda assim feminina.
- Leite.
O riso geral toma conta da taberna novamente, mais alto e incontrolável do que antes. Pelo menos até um dos professores perceber que uma certa foice está quase arrancando seu pescoço.
- Deveria lhe matar por caçoar dos seus superiores, por ter uma risada feia ou por ser tão medroso?
- Você é realmente superior? – Replica outro
- Como ousa...- Antes que ela realmente corte o pescoço de alguém, Otellus se materializa dentro da taberna.
- Quieta pirralha, e que alvoroço idiota de vocês todos. Não sou eu quem vai assumir um posto alto como esse. – Comenta o ancião. “Se você não fosse meu professor, eu lhe mataria” é o que ela deve ter pensado, em meio a um sorrisinho sarcástico por baixo da máscara. Esse tempo todo de alvoroço foi o suficiente pra o dono da taberna se recuperar da crise de riso, e ele interrompe novamente as coisas.
- Desculpe senhorita, mas não temos leite aqui.
- Acho que eu não ouvi direito. – Responde a mulher, já do outro lado do balcão, passando a foice por perto do pescoço do anão.
- Realmente, não deve ter ouvido. Eu disse que não temos leite, ele acabou há pouco. Eu já estava até pensando em mandar meu criado repor o estoque. Monstrinho! (referia-se a um goblin) Vá repor o estoque de leite! – A essa hora a mulher já havia saído do estabelecimento, e invado um enorme lobo negro apelidado carinhosamente de Fenrir. Em meio a outro ataque de risos vindo da taberna ela sai em disparada, correndo pelos campos. Talvez nunca saibamos se o motivo da graça era a velha piada do paladino, a do pintinho chamado relam ou a senhorita que veio pra uma taberna tomar leite. O que sabemos é que um pouco após isso, veio a nosso conhecimento mais um fato interessante."
Ah, e o "eles" do comecinho eram certas pessoas de uma reunião.
"Enquanto eles chegam a um consenso, nós pulamos para outras memórias. Um fato estranho e incomum, ou melhor dizendo, mais um fato estranho e incomum. Todos os Lupos e Rikies, reunidos em uma taberna de Midgard próxima da esquina dos ventos.
- E então, quem vai pagar?- Pergunta o anão dono da taberna, enquanto limpa um copo de cerveja.
- Cada um paga o seu! – E os risos e conversas mostram que a confraternização se inicia a todo vapor.
- Concordo! Concordam também em conversar sobre algo mais trivial e óbvio?
- A Lampianrerin Hatsumomo que no momento ocupa o cargo de substituta do Lorde Imperial?
- Ótima pauta, por onde começamos?
- Começamos promovendo o Otellus a Lorde, e acabando com isso. Ele com certeza é o mais qualificado para o cargo. – A essa altura, o dono da taberna resolve se intrometer na conversa
- Ele não está muito velho para tal cargo?
- Dizem que pra ser o Lupuosrikus é preciso ser sábio como uma raposa de nove caudas...
- Lendas, lendas...
- Não acho que ele está muito velho pra isso...
- Também não. Ele tem apenas... Quantos anos ele tem mesmo?
- Só uns 150. – O riso geral toma conta do lugar, e após algum tempo alguém se lembra de retornar para o foco.
- É fato que a Hatsumomo não tem aptidão para o cargo, porém ela ficou obcecada com um cargo que não é dela. Isso é um problema. – Após a observação todos começam a fazer críticas ou discutir sobre o assunto, quase em unanimidade em relação a colocar outra pessoa no cargo. A discussão rola solta, até aparecer uma aura sombria inundando o lugar. Apreensivos, os professores olham a porte, reconhecendo a sombria presença espiritual da pessoa que adentrava. Tinha por volta 1,60, e usava uma capa com capuz, além de uma máscara negra em forma de cabeça de lobo. Carregava consigo uma foice de cabo branco e longa, com uma lâmina curvada e negra. Tal figura se aproxima do balcão e faz seu pedido com uma voz rouca e imponente, ainda assim feminina.
- Leite.
O riso geral toma conta da taberna novamente, mais alto e incontrolável do que antes. Pelo menos até um dos professores perceber que uma certa foice está quase arrancando seu pescoço.
- Deveria lhe matar por caçoar dos seus superiores, por ter uma risada feia ou por ser tão medroso?
- Você é realmente superior? – Replica outro
- Como ousa...- Antes que ela realmente corte o pescoço de alguém, Otellus se materializa dentro da taberna.
- Quieta pirralha, e que alvoroço idiota de vocês todos. Não sou eu quem vai assumir um posto alto como esse. – Comenta o ancião. “Se você não fosse meu professor, eu lhe mataria” é o que ela deve ter pensado, em meio a um sorrisinho sarcástico por baixo da máscara. Esse tempo todo de alvoroço foi o suficiente pra o dono da taberna se recuperar da crise de riso, e ele interrompe novamente as coisas.
- Desculpe senhorita, mas não temos leite aqui.
- Acho que eu não ouvi direito. – Responde a mulher, já do outro lado do balcão, passando a foice por perto do pescoço do anão.
- Realmente, não deve ter ouvido. Eu disse que não temos leite, ele acabou há pouco. Eu já estava até pensando em mandar meu criado repor o estoque. Monstrinho! (referia-se a um goblin) Vá repor o estoque de leite! – A essa hora a mulher já havia saído do estabelecimento, e invado um enorme lobo negro apelidado carinhosamente de Fenrir. Em meio a outro ataque de risos vindo da taberna ela sai em disparada, correndo pelos campos. Talvez nunca saibamos se o motivo da graça era a velha piada do paladino, a do pintinho chamado relam ou a senhorita que veio pra uma taberna tomar leite. O que sabemos é que um pouco após isso, veio a nosso conhecimento mais um fato interessante."
O "Grande" Imperador, Crossmusse del Alfarroz II
Bem, o espirito dele é enorme. Como o título diz, ele é o imperador de Montris. Não aparece muito na trama, mas fica muito subtendido que ele participa das batalhas...e como dizem as memórias de um aprendiz "O imperador tinha cerca de 1,5 m, era forte. Sua barriga mostrava que gostava de uma boa bebida, como todo anão que se preze. Era careca, e tinha uma barba relativamente longa, que se apresentava trançada quase sempre. Usava um manto azul por cima das roupas de monarca. O detalhe mais peculiar era que tinha orelhas muito grandes pra um anão (Dizem que era por que o imperador deveria escutar muito bem o que lhe dizem). E nelas ficavam os brincos que provavam seu status. Esses brincos eram alargadores dourados, por onde passavam argolas. Nas argolas ficavam penduradas longas penas de Fênix."
Ele também carregava um machado chamado frozen flame por ai pra lutar, mas não vou dizer muito sobre isso por que perde a graça né? XD
O imperador também não volta pra segunda temporada...anões não vivem tanto. Ainda é mistério quem vai substituir seu cargo, talvez alguém esteja fazendo um papel de regente até acharem alguém a altura.
Ele também carregava um machado chamado frozen flame por ai pra lutar, mas não vou dizer muito sobre isso por que perde a graça né? XD
O imperador também não volta pra segunda temporada...anões não vivem tanto. Ainda é mistério quem vai substituir seu cargo, talvez alguém esteja fazendo um papel de regente até acharem alguém a altura.
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Filósofos antigos diziam que o homem vivie em buca de sua felicidade, onde achou a sua felicidade ?
Buscar a felicidade é para os fracos, quando o cara é foda a felicidade vem sozinha até você.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O cavalo e a borboleta
( Essa história não faz parte do projeto memórias de um aprendiz, pode ser encontrada pelo título na internet. Resolvi postar ela aqui por que é uma história legal, e por fazer partes das memórias de um aprendiz de escritor, um alguém chamado eu!)
Esta é a história de duas criaturas que viviam numa floresta distante, há muitos anos atrás.
Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo.
A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada.
A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso. Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.
E vieram outras manhãs e mais outras e outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta. Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela.
Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado se deitou embaixo de uma árvore. Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
- Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
- Ah, é você então o famoso cavalinho?
- Famoso, eu?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?
- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo.
- Morreu? Como foi isso?
- Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém. Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
- Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo.
Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
- Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte: "Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver.
Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais
pra ele vir até aqui."
Eram elas, um cavalinho e uma borboleta. Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se aproximaram e criaram um elo.
A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza. Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada.
A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar por toda a floresta, gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.
Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso. Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso.
Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso. Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser ela uma criaturinha tão frágil.
Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro. Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto.
E vieram outras manhãs e mais outras e outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta. Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela.
Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado se deitou embaixo de uma árvore. Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
- Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
- Ah, é você então o famoso cavalinho?
- Famoso, eu?
- É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?
- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.
- Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando. Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo.
- Morreu? Como foi isso?
- Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.
Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém. Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.
Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.
- Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo.
Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.
- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
- Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte: "Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver.
Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais
pra ele vir até aqui."
Posso escrever? XD
Brincadeira...mas, as vezes o povo não me deixa escrever, inconscientemente. É bom pra desopilar, tomar ares, talz...mas eu queria ter mais um tempinho de tempo pra focar nisso. \o/
Seja msn, seja alguma coisa, agora tão até me chamando pra sair =O
Mas...que seja, são por bons motivos. o/
Um salve pra o povo da xurupita que me atrasa na história sem saber.
Seja msn, seja alguma coisa, agora tão até me chamando pra sair =O
Mas...que seja, são por bons motivos. o/
Um salve pra o povo da xurupita que me atrasa na história sem saber.
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