Aprender a escrever...

Aprender a escrever só se faz escrevendo. E só aprendemos bem aquilo que para nós tenha poesia.

domingo, 10 de outubro de 2010

Apelo de um aspirante a escritor (postando no recanto das letras)

Me resolvi quanto a editora. Lembro de uma recantista chamada Gisele Galindo, que parece estar ausente. E ela me indicou uma editora chamada Editora draco, especializada em gênero de Fantasia e coisas do tipo. Então, tá na minha área. Mas, sempre tem um mas. Mas eu preciso fazer duas coisas antes. Uma parece que vai depender de mim mesmo, a outra de outra pessoa. A que parece que vai depender de mim é terminar de corrigir o que tem de ser corrigido no livro, afinal se tem gente que mal consegue cuidar de suas coisas, como cuidaria das coisas dos outros? A segunda é ler uma opinião de alguém de fora sobre o livro. Queria que as amigas que me ajudaram/inspiraram lessem. Mas algumas não tem tempo, outras não podem, e por aí vai. Queria ter tido alguma resposta do tempo que publiquei em e-livro aqui no recanto pra cá. Até tive, mas quando perguntei por detalhes ela não me respondeu, então não adiantou muito, infelizmente. No fim das contas, é isso. "Por que se importar tanto com isso", alguém vai perguntar. Bem, quando se escreve algo você sabe [ ou as vezes não sabe] o por que de ter escrito. Sabe de cada nuance e entrelinha, mas não sabe como o leitor foi atingido por aquilo. Como alguém que não é você vai reagir a aquilo. Tendeu? "Por que você não corrigiu ainda?" Por dois motivos. Eu parei de ler há algum tempo, então estava retomando a leitura, e lendo o básico como Tolkien e Lewis, e as brumas de Avalon, pra saber como é um livro dessa linha. E depois, mesmo que eu corrija os erros de gramática, se tiver algo mais errado, eu não vou perceber tão claramente quanto alguém que olhe de fora. Também quero fazer esse tipo de correção. Então, que tal um trato com alguém aí? Alguém aí cria coragem de ler uma história estranha de 179 pgs até o fim, e eu crio coragem de corrigir direito. Depois de digitar isso tudo, passar um ano escrevendo, dois meses esperando um comentário, a coisa foi terminar em falta de tempo e falta de coragem, puts... Acho que é isso. Eu até diria que estou chorando nesse momento por emoção ou por estar comovido com a minha própria história, mas não sou o tipo de pessoa que chora tão fácil assim... acho que nem do jeito difícil. Odeio ponto final. Então é isso, uma questão de um ano é apenas questão de falta de tempo e coragem. Mas se alguém puder "emprestar" um dos dois, também aceito. Se alguém tiver o primeiro e ler, grande ajuda, se eu tiver a segunda e corrigir logo, é uma grande ajuda a mim mesmo.  Mas não culpo um ou outro por isso, até por que o tempo é o grande regente e sempre passa, é o trabalho dele. A coragem é...um dragão hibernando, e despertar ele é trabalho da gente. Da gente, no sentido de cada um despertar o seu. Voltamos aos dragões do começo, e vamos lá, editora draco. Já escrevi de mais, vai que eu acabe chorando mesmo sendo resistente a isso. Acabo com os dragões. Até amanhã, por que esse é o terceiro e último texto da minha cota diária. Aceito contatos por e-mail, e agradeço aos que leram o apelo de ontem e leram esse troço enorme até aqui. Ou aos que leram alguma coisa minha. Era "só" isso que precisava desabafar, obrigado.


"Só isso" o meu apelo. E não foi uma história de ficção dessa vez.

domingo, 26 de setembro de 2010

A garota dos nomes, luzes e aiodromes.

E aí povo! O projeto livro tá parado, mas mesmo assim tá andando. Eu estava lendo outros livros, em breve retomo meu projeto. Mas enquanto isso, escrevo umas coisas estranhas sobre meus personagens. Ai vai um da série dos contos do eremita, falando sobre a arquiduquesa.

A garota dos nomes, luzes e aiodromes.

Muitas das pessoas que ouviram as histórias do garoto que virou aprendiz acham que ele apenas foi para Montris. Na verdade, ele voltou a Montris. E o livro que ele escrevia era um livro de memórias remotas, remontavam um mundo paralelo visitado há muito tempo... criado há outro muito tempo. De certa forma, projetado por ele mesmo. E por uma garota. Uma garota de nomes, luzes e aiodromes. Pouco antes de ser protegido por sua conselheira foi a data em que encontrou a garota. Parecia uma garota normal. Só parecia, é claro. E ambos conversaram, e brincaram. E um soube que o outro não era normal. Eles não se relacionavam com o “normal” (e depois descobriram que isso não existe. Coisa pra outra história, outro dia, outra hora). Ela não entendeu o por que de o garoto sempre andar com um caderno, e nem ele mesmo sabia o por que. Mas havia alguns desenhos (nada “normais”) e outras coisas mais. E começaram a conversar sobre desenhos e coisas nada “normais”. E como algumas coisas interessantes, o começo foi uma pergunta: “O que é um aiodrome?” E começaram a discutir se era bicho ou coisa, se era rosa ou roxa, se voava ou rastejava, se sugava luz ou brilhava. E entraram em consenso. E puff, isto é um aiodrome(“o que é então” você se pergunta. Bem, informação confidencial). O mais estranho é que “puff” um aiodrome apareceu sobre a cabeça de cada um. Mas eles não perceberam, continuaram discutindo sobre os aiodromes. Sobre suas habilidades e dons, sobre sua bondade e utilidade. E sobre o lugar, de onde eles eram? De um reino mágico! Sim! De um reino mágico, onde o tempo era púrpura, onde existiam criaturas mágicas de todos os nomes e tipos, onde havia um imperador engraçado e onde todo tipo de magia pode acontecer. Um lugar entre quatro rios, onde vários nomes estranhos foram dados e/ou criados pela garota. Alguns pelo garoto. Mas ela foi a garota dos nomes. E ele aprendeu como era fácil e rápido projetar um reino inteiro. SE todas as condições estivessem certas. Se as pessoas a hora e o lugar fossem certos. Se a magia estivesse correta. Mas eles não sabiam disso ainda. Só sabiam que agora sabiam onde os aiodromes moravam. E aí foi que se deram conta que realmente aiodromes existiam. E que aquele lugar mágico também poderia existir.

Parte II

A garota dos nomes nunca esqueceu aquele dia. Pois a partir daquele dia percebeu que realmente havia criado algo. Ou recriado, isto ela não sabe. O que para aquele futuro aprendiz não passou de um sonho que foi se apagando aos poucos [por certo tempo], para aquela garota virou uma vida. O reino projetado foi criado pelo supremo, disso ela sabia. Como se ele tivesse visto algo interessante no projeto de suas criaturas. E viu, e puff! A garota foi mandada para o reino mágico. Agora ela não era mais garota, era uma senhorita bela e dona de magia poderosa, dona também dos nomes. Nomes costumam ser sínteses do destino. E seu destino era destinar as criaturas e coisas para os seus devidos lugares. Assim ela destinou seu próprio destino. O vento que nomes, o vento que dá sonhos. Esta garota passou a se chamar Namikaze Yumi, Arquiduquesa dos Aiodromes. A única mulher dentre os três lordes imperiais. A garota dos nomes, luzes e aiodromes. A mesma que deu a Raitun, o garoto que virou aprendiz, seu destino, sua sina. E sua roupa e espadas. A mesmo que deu um nome ao estranho e mágico reino de Montris. 

Gostou? tem mais aqui !

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Uma profecia[ finalmente. Ou algo do tipo]

"A chuva que atraiu para si todos os problemas, assim como a água atrai a água. A chuva que dissolveu o sal da terra, assim como a água em quantidade suficiente dissolve a mais mortal das impurezas. A tempestade que arrastará para longe a chuva e os problemas. Que descerá rápida e furiosa contra as criaturas que se desviaram de suas funções. O senhor da tempestade e a senhora da chuva, senhores negros com funções nobres, origem pobre e aura nobre, O lorde imperial e a sua consorte. Poderes equivalentes que se anulam e se destroem ao destruir revelarão a verdadeira criação. Assim como todas as coisas de nosso mundo, para este acontecimento há o se de condição. Se reunem as três forças da criatura: corpo mente e espírito, se reunem quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar, se reúnem quatro raças primordias: orcs, elfos, humanos e anões. Gigantes e dragões, criaturas místicas e celestiais. Se o lugar onde se descobre o enigma é onde a jornada termina, onde se reúnem todos os ventos é mostrada a verdadeira sina. O escuro e o claro, os altos e baixos, o presente e o passado, os yings e yangs, os semelhantes e opostos se encontraram uma vez mais e não mais por incontáveis eras, essa é a profecia do Deus dos deuses que os espera."

Bem, agora eu explico. Apesar de que em detalhes é complicado. Estava a procura de uma profecia, mas finalmente a encontrei e finalmente a escrevi. O enigma para continuar o livro, o memórias de um aprendiz. Vou encaixar isso em alguma parte do próximo livro, só não sei quando nem onde, mas ela vai ficar aí guardada, e um dia lembrarei dela. Enquanto ela fica guardada eu termino de consertar o primeiro livro, continuo a esperar as opiniões sobre ele, e espero pacientemente as opiniões de quem se comprometeu a ler[ se algum está lendo isso, que não entenda como cobrança, afinal já falei pra vocês que não cobro mais promessa nenhuma.]. Bem, caso alguém queira se embrenhar em uma longa história, ela está melhor contada em "Um discurso para um reino inteiro", texto da minha escrivaninha. Não que não valha a pena recolocá-la aqui, mas levaria um longo tempo...e eu nunca conto uma história do mesmo jeito. Ahn...já escrevi de mais? Então você que já leu de mais, obrigado por ter lido até aqui, e ter lido outros textos caso leu, volte sempre e desculpe-me se eu não retribuir a visita, o tempo e a internet não me permitem no momento. Ai ai , o tempo... bem, não é tempo de falar sobre ele, até a próxima eu espero. Quem sabe não me vem outro futuro fragmento que não possa ser dispensado? Virá com certeza mais alguma coisa, não sei o que. Pronto, agora eu paro de escrever e você para de ler, ok? Ok, ok, té mais.
[P.S. Eu ia escrever uma daquelas profecias pequenas. Parece que não é meu estilo mesmo. Fazer o que? Bem, não esqueçam, a primeira versão "apresentável" do livro tá disponível aqui ]

domingo, 1 de agosto de 2010

Querem ler?

Caso sim...apresento-lhes a primeira versão apresentável do livro.
Depois de uma ideia, um caderno aproximadamente nove meses de "brincadeira", um blog (http://memoriasdeumaprendiz.blogspot.com/) e muito trabalho, aqui está uma versão apresentável do primeiro aspirante a livro, Memórias de um aprendiz. É uma história estranha(assim como seu autor) sobre um garoto que adora viajar no mundo das ideias, e em meio a uma conversa resolve escrever uma história. Para tal ele precisa de ideias, para ter ideias ele precisa de "viajar". Digamos que esta foi uma "viagem profunda demais", pois ele acabou literalmente viajando...para outro mundo, um novo mundo, um mundo mágico. Lá ele aprende sua mais valiosa lição: Deve sempre aprender, seu destino é ser um aprendiz. E o destino lhe reserva algo bem maior. Uma história de um garoto-personagem-narrador-escritor, estranhamente tudo ao mesmo tempo. A mágica e antiga história que conta as memórias de um aprendiz. Agradeço a todos que contribuiram de alguma forma com isso, e espero algum feedback/retorno, quero saber o que vocês acharam dessa história estranha, se realmente o aspirante a livro pode virar um livro. Ahn...acho que é isso, e que venha a crítica, e que seja construtiva! Boa leitura senhores leitores, ou melhor dizendo, boa viagem para o novo mundo de Montris.
Link : http://recantodasletras.uol.com.br/e-livros/2411386

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Corrigido!

Gramaticalmente corrigido. Agora, enviado pra as "avaliadoras". Se minha amiga perfeccionista ler ela vai encontrar uns 15 erros por linha.

Ansiosidade

É parente da viajosidade? Alguém sabe o que é? Bem, é esse tipo de coisa que se encontra editando um texto escrito meio que nas pressas. Ansiosidade. Ah, digamos que...foi engraçado. Quem sabe eu use a ansiosidade em algum poema por aí?  EHAUHEAUEHUA. Ainda editando.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Terminei. agora começa a treta.

Bem...terminei de digitar....150 páginas. "e agora"? Revisar, editar....registrar....e depois ver o que vai dar. XD

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Nostalgia, e muito trabalho.

aiai, terminando a 'primeira parte' de 150 páginas. faltam 10. e lotado de ideias, e inquieto. já andei pela casa, me estralei, andei pela casa de novo, me sentei, deitei, pelo menos as coisas estão fluindo. Ahn...vamos ver, registrando ideias. dividir em três partes...segunda parte com raitun e akemi voltando a montris, talvez falar sobre um lado dark...terceira parte falando sobre o passado de raitun e de montris...e terminar a coisa. por que mais que três partes [ que desse tamanho de 150 páginas jã dão livros..] teriam de ser sete partes. e acho que não rende isso tudo sem perder qualidade. e eu que não quero encher linguiça. estou vendo que isso vai levar uma vida pra terminar...hehe, mas acho que vai ser legal.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Faltava uma trilha sonora, era isso.

Bendita seja a Yuuka e a rádio project. Digitei uma página que nem percebi... heauheuaeu...e que venha a música!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Editora draco, só pra não esquecer

http://editoradraco.com/

Editora especializada em história de fantasias querendo publicar editores nacionais. Preciso guardar esse nome. Quando eu terminar de escrever procurarei vocês heim!
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