Aprender a escrever...

Aprender a escrever só se faz escrevendo. E só aprendemos bem aquilo que para nós tenha poesia.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Inspirado nos elfos!


Noturna


Esconde-se nas sombras
Já nasceu na sombra pura.
Em mente e gentos taciturnas
Passa despercebida
a sentinela noturna.

Vigia os parentes da florestas
E o poucos do que lhe resta. Migalhas de magia
Retiradas aos poucos por culpa de um outro que foi para a sombra errada.
Não escolheu a sombra por sua beleza silenciosa
Apenas por egoísmo, por não gostar de sol e rosa
E não respeitando assim, a ordem que lhe foi imposta
Foi trancafiado na sombra mais densa. E se pergunta agora: o que importa?

Importante é concentrar-se e ver além do além.
Talvez assim seja percebida a que se esconde e vigia - assim seja. Quem?
A sentinela azul-cinzenta do mundo colorido e cabelos de prata.
Seja aberração ou nova raça, seus olhos estão atentos.
A mira está fixada no coração maligno, na sombra errada. A sombra que desequilibra, a que não deve ser amada.
Para e escondida, assim permanece, é ela.
Das sombras equilibradas, a Noturna, a sentinela.



By Dija Darkdija.


Ah, estamos em processo de revisão e talz do livro, então ainda sem data pra publicação.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Preocupação

Mandei o livro lá pro rio pra ser registrado hoje. Será que ele vai chegar direitinho? Será que ele vai se comportar e não falar com estranhos? Ai ai, e se os outros livros mais velhos forem maus com ele? Será que ele já sabe se defender sozinho? Sozinho... será que ele vai se sentir solitário ou vai arranjar alguém pra fazer companhia a ele? Como será que ele tá se sentindo... será que ele tá sufocado naquela caixa envolta de durex da sedex? OMG! Será só imaginação? será que nada vai acontecer? Será que eu plagiei alguém chamado renato russo agora? Será que o que tiver de ser será mesmo? Mas... como estarão minhas memórias? Será que o rio vai ser legal pra ele? E se ele tiver medo de avião?

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A espera silenciosa da vitória é tão importante quanto a luta para se chegar até ela.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Um conto pra variar



Contos do erremita: A dama da água

Um dia o aprendiz que salvou o reino de Montris voltou para lá, guiado por uma garota. Mas não é deles que vamos falar. É de alguém dessa mesma época. Dois mil se passaram após a queda do Darklord que tentou destruir Montris. Após isso volta o “mero humano” que o derrotou, acompanhado de uma garota, e percebe que não ocorreram ali dois milênios de paz. Ocorreram dois milênios de tensão. E a cor magia antiga desbotou-se, estava acinzentando. O aprendiz havia chegado em boa hora. O reino é limitado por quatro rios. Em cada rio, há um templo, e em cada templo, uma sacerdotisa que o protege. Essa é a história de uma delas. A que sucedeu a mais poderosa de todas: Lilith, a sacerdotisa do templo do sul, do rio Articus. Uma humana com porte de senhora élfica, voz de senhora élfica, e nome élfico. Uma humana muito bela, segundo as descrições do aprendiz. Segundo este, intocada pelo espectro do tempo. Apesar de todo o porte élfico e seu talento para magia elementais da água, era uma humana. E a maioria das criaturas mágicas não queria mais humanos em cargos altos. “Por que?” é o que você deve estar se perguntando. O garoto que salvou o lugar foi taxado de vilão. Diziam na época que era ele que havia desequilibrado a balança e trazido aquele enorme mal, indo embora depois e deixando o antigo mal se espalhar e apodrecer aos poucos aquele mundo. E o medo tomou conta de várias criaturas, e os elfos tomaram conta da situação. A sacerdotisa élfica que há dois mil anos combateu aquele mal era a regente de Montris. Seu coração havia endurecido dentro de sua floresta do norte, mais do que o de Lilith, a antiga sacerdotisa das terras geladas do sul. Lilith esta, que morreu para proteger alguém mais importante que ela, e parte dela própria. Assim ficou em aberto a proteção das terras geladas. E a humana com porte élfico, que estava treinando para auxiliá-la era a cogitada para o cargo. Cogitada e recusada pela senhora élfica que realmente era uma elfa. Muitas discussões ocorreram em volta do fato, mas o fato principal era que a fronteira não poderia ficar desprotegida. Resolveram testá-la no mesmo teste que foi feito pela própria Lilith e apenas as sacerdotisas de alto nível e de elemento compatível com o dela conseguiam terminar: enfrentar uma horda de elementais de fogo, com o templo atrás de si, o inimigo à frente, e gelo para qualquer lado que se olhasse. Mesmo sabendo que não chegava aos pés se comparada a uma sacerdotisa de alto nível, Aysa aceita a tarefa. “Não posso deixar o reino desprotegido, se não sou boa o suficiente para protegê-lo, morrerei tentando alcançar tal objetivo” pensou ela antes de tudo. Três dias se passaram da decisão até a execução da mesma. Aysa de frente à uma horda de elementais de fogo invocados por outra sacerdotisa de alto nível, o templo do Articus atrás, gelo em qualquer lugar que se olhasse. Começa uma luta de uma sacerdotisa que controla água contra uma horda de elementais de fogo. “Não deve ser tão difícil assim”, apagar uma fogueira com um balde de água. Fácil, rápido e não demanda tanto esforço. Mas e se forem centenas de fogueiras? Até onde o limite de seu esforço físico chegaria? Para a sacerdotisa, este chegou na metade da metade, e ainda haviam as centenas de elementais. O interessante desse tipo de teste é que a avaliação não é feita pela quantidade de todos os golpes, e sim pela qualidade do último golpe. E sem dúvida, este foi em qualquer sentido um golpe apelativo. “O que fazer quando não se tem mais forças para controlar a água?” Pedir ajuda para quem controla o próprio espírito da água. A última carta da humana com porte de senhora élfica é invocar a deusa dos elfos, portadora do espírito da água. “Seu potencial é interessante, ajudarei a ti, pequena humana. Proteja bem o meu elemento, o seu templo e o reino deles” disse a deusa em um sussurro límpido como a água de um rio. Depois disso, o canto forte de uma cachoeira, e o grito de uma tsunami. Uma onda gigantesca varreu os elementais de fogo. Assim a humana com porte élfico mostrou que era protegida pela deusa dos elfos, e conquistou o lugar que antes foi de uma das quatro grande sacerdotisas. Assim foi a história de uma das que recebeu o aprendiz em seu retorno a Montris. A sacerdotisa Aysa, após o episódio conhecida como “Aysa, a dama da água”.



[ Terminei esse texto em meu "numero mágico". 15:37. 3 e trinta e sete. Interessante! E quem sabe se a Aysa aparece mesmo no próximo livro?]

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Atualizando

Olá leitores, leitores e srs leitores invisíveis, adoro vocês. Pra variar, uma atualização depois de muito tempo. E atualizações no blog. Estou disponibilizando agora a Leitura online do livro. E também estou realmente me ajeitando pra terminar tudo direitinho. Que os ventos soprem agora. Acho que postarei um conto sobre uma nova personagem qualquer dia desses.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Olá povo, sei que esse blog não é atualizado constantemente. Mas o outro pelo menos eu tento. Enfim, novidades. Após o apelo atendido e eu ter criado coragem e aprendido, dividi o livro em capítulos. Depois mostro o nome de alguns aqui pra ser mau e deixar o gostinho. A Ana lago de luz, que é quem tá me ajudando, fez junto comigo(digamos assim) uma sinopse. E aí estamos progredindo.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Carta de apresentação do livro.

"O que acontece quando um garoto que viaja nas ideias resolve escrever um livro? Depois de uma ideia, um caderno, aproximadamente nove meses de "brincadeira", um blog (http://memoriasdeumaprendiz.blogspot.com/) e muito trabalho, aqui está uma versão apresentável do meu primeiro aspirante a livro, Memórias de um aprendiz. Uma história sobre um garoto que adora viajar no mundo das ideias, e em meio a uma conversa com sua amiga conselheira resolve escrever uma história. Para escrever ele precisa de ideias, para ter ideias ele precisa de "viajar" na sua mente. Digamos que esta foi uma "viagem profunda demais". Nessa ele acabou literalmente viajando...para outro mundo, um novo mundo, um mundo mágico. Lá ele aprende sua mais valiosa lição: Deve sempre aprender, seu destino é ser um aprendiz. E o destino lhe reserva algo bem maior. Uma história de um garoto-personagem-narrador-escritor, estranhamente tudo ao mesmo tempo. A mágica e antiga história que conta as memórias de um aprendiz. Boa leitura senhores, ou melhor dizendo, boa viagem para o novo mundo de Montris."


Gostou? Fiz uma propaganda legal? XD Estou no processo de reedição, pra dividir e olhar se não tem uns erros muito grotescos.

domingo, 10 de outubro de 2010

Apelo de um aspirante a escritor (postando no recanto das letras)

Me resolvi quanto a editora. Lembro de uma recantista chamada Gisele Galindo, que parece estar ausente. E ela me indicou uma editora chamada Editora draco, especializada em gênero de Fantasia e coisas do tipo. Então, tá na minha área. Mas, sempre tem um mas. Mas eu preciso fazer duas coisas antes. Uma parece que vai depender de mim mesmo, a outra de outra pessoa. A que parece que vai depender de mim é terminar de corrigir o que tem de ser corrigido no livro, afinal se tem gente que mal consegue cuidar de suas coisas, como cuidaria das coisas dos outros? A segunda é ler uma opinião de alguém de fora sobre o livro. Queria que as amigas que me ajudaram/inspiraram lessem. Mas algumas não tem tempo, outras não podem, e por aí vai. Queria ter tido alguma resposta do tempo que publiquei em e-livro aqui no recanto pra cá. Até tive, mas quando perguntei por detalhes ela não me respondeu, então não adiantou muito, infelizmente. No fim das contas, é isso. "Por que se importar tanto com isso", alguém vai perguntar. Bem, quando se escreve algo você sabe [ ou as vezes não sabe] o por que de ter escrito. Sabe de cada nuance e entrelinha, mas não sabe como o leitor foi atingido por aquilo. Como alguém que não é você vai reagir a aquilo. Tendeu? "Por que você não corrigiu ainda?" Por dois motivos. Eu parei de ler há algum tempo, então estava retomando a leitura, e lendo o básico como Tolkien e Lewis, e as brumas de Avalon, pra saber como é um livro dessa linha. E depois, mesmo que eu corrija os erros de gramática, se tiver algo mais errado, eu não vou perceber tão claramente quanto alguém que olhe de fora. Também quero fazer esse tipo de correção. Então, que tal um trato com alguém aí? Alguém aí cria coragem de ler uma história estranha de 179 pgs até o fim, e eu crio coragem de corrigir direito. Depois de digitar isso tudo, passar um ano escrevendo, dois meses esperando um comentário, a coisa foi terminar em falta de tempo e falta de coragem, puts... Acho que é isso. Eu até diria que estou chorando nesse momento por emoção ou por estar comovido com a minha própria história, mas não sou o tipo de pessoa que chora tão fácil assim... acho que nem do jeito difícil. Odeio ponto final. Então é isso, uma questão de um ano é apenas questão de falta de tempo e coragem. Mas se alguém puder "emprestar" um dos dois, também aceito. Se alguém tiver o primeiro e ler, grande ajuda, se eu tiver a segunda e corrigir logo, é uma grande ajuda a mim mesmo.  Mas não culpo um ou outro por isso, até por que o tempo é o grande regente e sempre passa, é o trabalho dele. A coragem é...um dragão hibernando, e despertar ele é trabalho da gente. Da gente, no sentido de cada um despertar o seu. Voltamos aos dragões do começo, e vamos lá, editora draco. Já escrevi de mais, vai que eu acabe chorando mesmo sendo resistente a isso. Acabo com os dragões. Até amanhã, por que esse é o terceiro e último texto da minha cota diária. Aceito contatos por e-mail, e agradeço aos que leram o apelo de ontem e leram esse troço enorme até aqui. Ou aos que leram alguma coisa minha. Era "só" isso que precisava desabafar, obrigado.


"Só isso" o meu apelo. E não foi uma história de ficção dessa vez.

domingo, 26 de setembro de 2010

A garota dos nomes, luzes e aiodromes.

E aí povo! O projeto livro tá parado, mas mesmo assim tá andando. Eu estava lendo outros livros, em breve retomo meu projeto. Mas enquanto isso, escrevo umas coisas estranhas sobre meus personagens. Ai vai um da série dos contos do eremita, falando sobre a arquiduquesa.

A garota dos nomes, luzes e aiodromes.

Muitas das pessoas que ouviram as histórias do garoto que virou aprendiz acham que ele apenas foi para Montris. Na verdade, ele voltou a Montris. E o livro que ele escrevia era um livro de memórias remotas, remontavam um mundo paralelo visitado há muito tempo... criado há outro muito tempo. De certa forma, projetado por ele mesmo. E por uma garota. Uma garota de nomes, luzes e aiodromes. Pouco antes de ser protegido por sua conselheira foi a data em que encontrou a garota. Parecia uma garota normal. Só parecia, é claro. E ambos conversaram, e brincaram. E um soube que o outro não era normal. Eles não se relacionavam com o “normal” (e depois descobriram que isso não existe. Coisa pra outra história, outro dia, outra hora). Ela não entendeu o por que de o garoto sempre andar com um caderno, e nem ele mesmo sabia o por que. Mas havia alguns desenhos (nada “normais”) e outras coisas mais. E começaram a conversar sobre desenhos e coisas nada “normais”. E como algumas coisas interessantes, o começo foi uma pergunta: “O que é um aiodrome?” E começaram a discutir se era bicho ou coisa, se era rosa ou roxa, se voava ou rastejava, se sugava luz ou brilhava. E entraram em consenso. E puff, isto é um aiodrome(“o que é então” você se pergunta. Bem, informação confidencial). O mais estranho é que “puff” um aiodrome apareceu sobre a cabeça de cada um. Mas eles não perceberam, continuaram discutindo sobre os aiodromes. Sobre suas habilidades e dons, sobre sua bondade e utilidade. E sobre o lugar, de onde eles eram? De um reino mágico! Sim! De um reino mágico, onde o tempo era púrpura, onde existiam criaturas mágicas de todos os nomes e tipos, onde havia um imperador engraçado e onde todo tipo de magia pode acontecer. Um lugar entre quatro rios, onde vários nomes estranhos foram dados e/ou criados pela garota. Alguns pelo garoto. Mas ela foi a garota dos nomes. E ele aprendeu como era fácil e rápido projetar um reino inteiro. SE todas as condições estivessem certas. Se as pessoas a hora e o lugar fossem certos. Se a magia estivesse correta. Mas eles não sabiam disso ainda. Só sabiam que agora sabiam onde os aiodromes moravam. E aí foi que se deram conta que realmente aiodromes existiam. E que aquele lugar mágico também poderia existir.

Parte II

A garota dos nomes nunca esqueceu aquele dia. Pois a partir daquele dia percebeu que realmente havia criado algo. Ou recriado, isto ela não sabe. O que para aquele futuro aprendiz não passou de um sonho que foi se apagando aos poucos [por certo tempo], para aquela garota virou uma vida. O reino projetado foi criado pelo supremo, disso ela sabia. Como se ele tivesse visto algo interessante no projeto de suas criaturas. E viu, e puff! A garota foi mandada para o reino mágico. Agora ela não era mais garota, era uma senhorita bela e dona de magia poderosa, dona também dos nomes. Nomes costumam ser sínteses do destino. E seu destino era destinar as criaturas e coisas para os seus devidos lugares. Assim ela destinou seu próprio destino. O vento que nomes, o vento que dá sonhos. Esta garota passou a se chamar Namikaze Yumi, Arquiduquesa dos Aiodromes. A única mulher dentre os três lordes imperiais. A garota dos nomes, luzes e aiodromes. A mesma que deu a Raitun, o garoto que virou aprendiz, seu destino, sua sina. E sua roupa e espadas. A mesmo que deu um nome ao estranho e mágico reino de Montris. 

Gostou? tem mais aqui !

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Uma profecia[ finalmente. Ou algo do tipo]

"A chuva que atraiu para si todos os problemas, assim como a água atrai a água. A chuva que dissolveu o sal da terra, assim como a água em quantidade suficiente dissolve a mais mortal das impurezas. A tempestade que arrastará para longe a chuva e os problemas. Que descerá rápida e furiosa contra as criaturas que se desviaram de suas funções. O senhor da tempestade e a senhora da chuva, senhores negros com funções nobres, origem pobre e aura nobre, O lorde imperial e a sua consorte. Poderes equivalentes que se anulam e se destroem ao destruir revelarão a verdadeira criação. Assim como todas as coisas de nosso mundo, para este acontecimento há o se de condição. Se reunem as três forças da criatura: corpo mente e espírito, se reunem quatro elementos fundamentais: água, terra, fogo e ar, se reúnem quatro raças primordias: orcs, elfos, humanos e anões. Gigantes e dragões, criaturas místicas e celestiais. Se o lugar onde se descobre o enigma é onde a jornada termina, onde se reúnem todos os ventos é mostrada a verdadeira sina. O escuro e o claro, os altos e baixos, o presente e o passado, os yings e yangs, os semelhantes e opostos se encontraram uma vez mais e não mais por incontáveis eras, essa é a profecia do Deus dos deuses que os espera."

Bem, agora eu explico. Apesar de que em detalhes é complicado. Estava a procura de uma profecia, mas finalmente a encontrei e finalmente a escrevi. O enigma para continuar o livro, o memórias de um aprendiz. Vou encaixar isso em alguma parte do próximo livro, só não sei quando nem onde, mas ela vai ficar aí guardada, e um dia lembrarei dela. Enquanto ela fica guardada eu termino de consertar o primeiro livro, continuo a esperar as opiniões sobre ele, e espero pacientemente as opiniões de quem se comprometeu a ler[ se algum está lendo isso, que não entenda como cobrança, afinal já falei pra vocês que não cobro mais promessa nenhuma.]. Bem, caso alguém queira se embrenhar em uma longa história, ela está melhor contada em "Um discurso para um reino inteiro", texto da minha escrivaninha. Não que não valha a pena recolocá-la aqui, mas levaria um longo tempo...e eu nunca conto uma história do mesmo jeito. Ahn...já escrevi de mais? Então você que já leu de mais, obrigado por ter lido até aqui, e ter lido outros textos caso leu, volte sempre e desculpe-me se eu não retribuir a visita, o tempo e a internet não me permitem no momento. Ai ai , o tempo... bem, não é tempo de falar sobre ele, até a próxima eu espero. Quem sabe não me vem outro futuro fragmento que não possa ser dispensado? Virá com certeza mais alguma coisa, não sei o que. Pronto, agora eu paro de escrever e você para de ler, ok? Ok, ok, té mais.
[P.S. Eu ia escrever uma daquelas profecias pequenas. Parece que não é meu estilo mesmo. Fazer o que? Bem, não esqueçam, a primeira versão "apresentável" do livro tá disponível aqui ]
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